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Mundo Geografico


O QUE É URBANIZAÇÃO?

Urbanização é o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da área rural para os centros urbanos (as cidades). Para que um país seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser superior a quantidade que vive do campo.

As cidades podem ser classificadas de acordo com seu tamanho, atividade econômica, importância regional entre outras características.
Classificam-se em:

Municípios: São as menores divisões político-
administrativas, todo município possui governo próprio, sua área de atuação compreende a parte urbana e rural pertencente ao município.

Cidades: É a sede do município, independente do número de habitantes que possa ter, as atividades econômicas nas cidades diferem das do campo, as atividades principais são centralizadas nos setor secundário e terciário.

Macrocefalia Urbana: Caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos, principalmente nas metrópoles, provocando o processo de marginalização das pessoas que por falta de
oportunidade e baixa renda residem em bairros que não possuem os serviços públicos básicos, e com isso enfatiza o desemprego, contribui para a formação de favelas, resultando na exclusão social de todas as formas.

Metrópoles: São cidades com população absoluta superior a 1milhão de habitantes (ex: Goiânia, São Paulo).

Conurbações: È quando um município ultrapassa seus limites por causa do crescimento e com isso encontra-se com os municípios vizinhos.

Regiões Metropolitanas: É a união de dois ou mais municípios formando uma grande malha urbana, é comum nas cidades sedes de estados (ex.Goiânia, Aparecida de Goiânia e cidades do entorno).

Megalópole: É a união de duas ou mais regiões metropolitanas.

Tecnopólos: ou Cidades ciência, são cidades onde estão presentes centros de pesquisas, universidades, centros de difusão de informações. Geralmente os tecnopólos estão alienados a universidades e indústrias.

Verticalização: È a transformação arquitetônica de uma cidade, ou seja, a mudança da forma horizontal das construções (ex: casas), para a verticalização (construção de prédios).

Segregação Espacial: È o foco do poder público as regiões onde a parcela da população possui melhor poder aquisitivo, e omissão as regiões periféricas desprovidas dos serviços públicos.

Cidades Formais: São cidades planejadas.

Cidades Informais: São compostas pelas regiões periféricas, regiões onde não possui infra-estrutura suficiente.



Escrito por mundogeografico às 13h58
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Escrito por mundogeografico às 20h58
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Escrito por mundogeografico às 20h55
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Escrito por mundogeografico às 20h53
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Setor quaternário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Setor quaternário é o setor da robótica, cibernética, informática. O domínio da informação vem crescendo de importância a cada dia sendo prioritário para as grandes potências.

O setor quaternário é a expansão do conceito da Hipótese dos Três Setores da Economia e abrange as atividades intelectuais da tecnologia, como geração e troca de informação, educação, pesquisa e desenvolvimento e a alta tecnologia em si, anteriormente incluídas no setor terciário como serviços.

O vertiginoso crescimento do mercado intelectual foi tão repentino que os economistas necessitam estuda-lo em separado e fazer projeções e perspectivas na economia de cada mercado, seja emergente ou consolidado.

O setor quaternário pode ser vislumbrado como o setor no qual as grandes empresas estão investindo em pesquisas de informação para seu próprio crescimento. Isso abrange corte de custos, pesquisas de mercado, idéias inovadoras, produção de novos métodos de produção, desenvolvimento de produtos para novos mercados consumidores, dentre outros.

Há estudiosos que insistem em não expandir a Hipótese dos Três Setores, e, portanto, mantê-los onde estão. Entretanto, muitos discutem que já se possui dados e elementos suficientes para uma nova classificação.

Ver imagem em tamanho grande



Escrito por mundogeografico às 20h49
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Setor terciário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O setor terciário (no Brasil) ou sector terciário (em Portugal), também conhecido como setor serviços, no contexto da economia, envolve a comercialização de produtos em geral, e o oferecimento de serviços comerciais, pessoais ou comunitários, a terceiros.


Escrito por mundogeografico às 20h46
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Setor secundário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O setor secundário é o setor da economia que transforma produtos naturais produzidos pelo setor primário em produtos de consumo, ou em máquinas industriais (produtos a serem utilizados por outros estabelecimentos do setor secundário).

Geralmente apresenta porcentagens bastante relevantes nas sociedades desenvolvidas. É nesse setor, que podemos dizer que a matéria-prima é transformada em um produto manufaturado. A indústria e a construção civil são, portanto, atividades desse setor. Existe grande utilização do factor capital.



Escrito por mundogeografico às 20h44
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Setor primário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O setor primário (no Brasil), ou sector primário (em Portugal), é o conjunto de atividades econômicas que produzem matéria-prima. Isto implica geralmente a transformação de recursos naturais em produtos primários. Muitos produtos do setor primário são considerados como matérias-primas levadas para outras indústrias, a fim de se transformarem em produtos industrializados. Os negócios importantes neste setor incluem agricultura, agronegócio, a pesca, a silvicultura e toda a mineração e indústrias pedreiras.

As indústrias fabris em sentido diversificado, que agregam, embalam, empacotam, purificam ou processam as matérias-primas dos produtores primários, normalmente se consideram parte deste setor, especialmente se a matéria-prima é inadequada para a venda, ou difícil de transportar a longas distâncias. émbora o tráfego atualmente está um caos, vale a pena produzir alimentos para a subsistencia e comercializar. Segundo a nomenclatura econômica, o "setor primário" está dividido em seis atividades econômicas:



Escrito por mundogeografico às 20h41
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Relevos Geograficos

Depressão (geografia)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A depressão é uma forma de relevo aplainado, onde podem ser encontradas baixas colinas. Como exemplo, podemos citar as Depressões Norte e Sul Amazônica. Um exemplo geral de depressão são crateras.

Depressões são formas de relevo que apresentam altitudes mais baixas do que as áreas ao redor. Geralmente apresentam superfícies planas, por conta do desgaste sofrido por causa da ação dos ventos e das águas(intemperismo).

Existem dois tipos de depressão:

  • Depressão Absoluta - Região mais baixa que o nível do mar.
  • Depressão Relativa – Região mais baixa que as áreas adjacentes.


Escrito por mundogeografico às 20h16
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Planalto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Para outros significados de Planalto, ver Planalto (desambiguação).

Monte Roraima, localizado na Venezuela

Planalto ou plateau é a classificação dada a uma forma de relevo constituída por uma superfície elevada, com cume mais ou menos nivelado, geralmente devido à erosão eólica ou pelas águas. São como topos retos, superfícies topográficas, que podem ser regulares ou não.

É convencionado designar de planalto apenas as formações com altitudes maiores que 300 metros. Podemos considerar, por exemplo, o planalto do Tibete, o maciço central de França ou mesmo a Meseta Ibérica como superfícies planálticas importantes.

 Tipos de planalto

  • planaltos de montanha - quando estes se encontram rodeados de montanhas;
  • planaltos de sopé - encontram-se num nível de transição entre uma montanha e uma planície;
  • planaltos continentais - ascendem abruptamente de terrenos pouco elevados ou do próprio mar.


Escrito por mundogeografico às 20h15
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Planície

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Planicies)
Planície.

Uma planície é uma grande área geográfica com pouca ou raramente com nenhum tipo de variação de altitude como um deserto ou um pântano. Planícies são superfícies que apresentaram pequenos movimentos na crosta, sendo quase completamente aplainadas. São delimitadas por aclives, e os processos de deposição superam os de desgaste. Podem ser classificadas em planícies costeiras, quando o agente de sedimentação é o mar; fluviais, quando um rio é responsável por sua formação: e planícies de origem lacustre, ou seja, formadas pela ação de um lago. Uma planície é sempre sedimentar. Os continentes Europeu, e americano, possuem em sua geologia principal a planície. As planícies são áreas planas e baixas.As planícies geralmente localizam-se em baixas altitudes,ou seja são pouco elevadas em relação ao nível do mar.

Uma planície é uma grande área geográfica com pouca variação de altitude como por exemplo; o deserto ou um pântano. É um terreno plano e baixo, pouco acima do nível do mar. É um dos tipos de relevo mais aproveitados pelo homem para atividades agrícolas.

As planícies são formadas pela ação dos rios, mares e ventos. Eles carregam sedimentos que vão se acumulando até formar uma superfície uniforme. Não por acaso, a maioria das planícies está localizada às margens de rios e mares.

O nome de algumas planícies brasileiras deixa clara essa relação: planície do Rio Amazonas, planície do Rio Araguaia, planície das Lagoas dos Patos e Mirim e planícies litorâneas.



Escrito por mundogeografico às 20h14
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Poluição

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Por poluição entende-se a introdução pelo homem, directa ou indirectamente de substancias ou energia no ambiente, provocando um efeito negativo no seu equilíbrio, causando assim danos na saúde humana, nos seres vivos e no ecossistema ai presente.[1]

Os agentes de poluição, normalmente designados por poluentes, podem ser de natureza química, genética, ou sob a forma de energia, como nos casos de luz, calor ou radiação.

Mesmo produtos relativamente benignos da actividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente. Os NOx (óxidos de azoto) produzidos pela indústria, por exemplo, são frequentemente citados como poluidores, embora a própria substância libertada, por si só não seja prejudicial. São classificados como poluentes pois com a acção dos raios solares e a humidade da atmosfera, esses compostos dão origem a poluentes como o HNO3 ou o smog.

O termo poluição também pode se referir a ondas eletromagnéticas ou radioatividade. Uma interpretação mais ampla do termo deu origem a idéias como poluição sonora, poluição visual e poluição luminosa. No caso da poluição sonora, esta é o efeito provocado pela difusão do som em grande quantidade, muito acima do tolerável pelos organismos vivos, através do meio ambiente. Dependendo de sua intensidade causa danos irreversíveis em seres vivos. A Aviação civil é uma das maiores fontes de poluição sonora nas grandes cidades.

Tipos:

 Poluição v·d·e 
Poluição atmosférica
Chuva ácidaÍndice de qualidade do arModelização de dispersão atmosféricaCFCEscurecimento globalDestilação globalAquecimento globalQualidade do ar interiorBuraco do ozonoPM10Smog
Poluição da água
EutrofizaçãoHipóxia (Ambiente)Poluição marinhaDetritos marinhosAcidificação OceânicaMaré negraPoluição por barcosEscorrência superficialPoluição térmicaÁguas residuaisÁgua inquinadaQualidade da águaÁguas estagnadas
Contaminação do solo
BiorremediaçãoHerbicidaPesticida
Contaminação radioactiva
Radioatividade ambientalProdutos da fissãoCinza nuclearPlutónio no ambienteEnvenenamento radioativoRádio no ambienteUrânio no ambiente
Outros tipos de Poluição
Espécie invasoraPoluição luminosaPoluição sonoraRadiação electromagnéticaPoluição visual



Escrito por mundogeografico às 20h01
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Vegetação

Segundo a FAO (Organização de Alimentação e Agricultura da ONU), as florestas densas (tropicais e equatoriais) cobrem aproximadamente 3 bilhões de hectares da Terrae as florestas abertas (savanas e cerrados) ocupam 1,3 bilhão de hectares.

TIPOS DE VEGETAÇÃO

A variedade de vegetação acontece em função das diferenças de altitude, latitude, pressão atmosférica, iluminação e atuação das massas de ar.

Florestas equatoriais Ocorrem nas baixas latitudes, compreendendo a Amazônia, parte centro-ocidental da África e sudeste asiático. Como estão em áreas quentes e úmidas, possuem folhas largas (latifoliadas) e sempre verdes (perenes). As árvores podem ter até 60 m (castanheira). Apresentam grande variedade de espécies (floresta heterogênea). Os solos em geral são pobres. São conhecidas como autofágicas (que se alimentam de si mesmas) em função da grande quantidade de húmus proveniente das folhas, galhos e troncos.

Florestas tropicais Em comparação às florestas equatoriais, as tropicais possuem menor diversidade de espécies vegetais, árvores de menor porte e, claro, espécies diferentes. As florestas tropicais localizam-se na faixa intertropical litorânea.

Savanas ou cerrados Aparecem na faixa intertropical em locais onde ocorre uma estação seca (inverno), impedindo o aparecimento de florestas. São formações vegetais encontradas no centro-oeste brasileiro, larga faixa do centro da África, litoral da Índia e norte da Austrália. Têm plantas rasteiras (herbáceas), intercaladas por árvores de pequeno porte. No período de seca, as folhas caem para evitar a evaporação. No Brasil são chamadas de cerrado e na África, de savana.

Campos ou pradarias Ocorrem nas áreas de clima temperado continental: norte dos EUA, sul do Canadá, centro-sul da Rússia, norte da China, norte da Argentina e Uruguai. A umidade é pouca para o nascimento de árvores. Por isso, formam-se gramíneas (tapete herbáceo). Recebem o nome de pampa na Argentina, de pradarias nos EUA e no Canadá e de estepe na Rússia.

Desertos Nas áreas desérticas, como no Saara, Kalaari, Arábia, Irã, Austrália, México, Estados Unidos (na Califórnia), Peru e Chile (deserto de Atacama) não há vegetação permanente. Em alguns locais, surge uma "erva rasteira" após as chuvas. Nas regiões onde aflora o lençol freático (lençol subterrâneo de água) podem surgir oásis, com palmeiras (tamareiras).

Florestas temperadas Encontram-se nas latitudes médias (40º a 55º) típicas do hemisfério Norte, no Canadá, nos Estados Unidos e no norte da Europa. As espécies são decíduas (perdem as folhas para enfrentar uma estação seca e fria) de grande porte. Nos solos mais ácidos aparece a lande, uma vegetação herbácea com algumas árvores.

Florestas de coníferas Estão nas regiões de clima subpolar como o norte do Canadá, da Europa e Rússia (onde recebe o nome de taiga). Possuem pequena variedade de espécies e quase todas são de pequeno porte em função do vento. Apresentam folhas em forma de agulha (aciculifoliadas) para não acumular neve.



Escrito por mundogeografico às 22h56
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Como interpretar reduções em mapas

Cláudio Mendonça*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. É fácil reconhecer um mapa do Brasil, por exemplo, independente do tamanho em que ele é apresentado, pois a sua confecção obedeceu a determinada escala, que mantém a sua forma. A escala cartográfica estabelece, portanto, uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade.

As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica.

Escala gráfica
A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. Observe:


reprodução


De acordo com este exemplo cada segmento de 1cm é equivalente a 3 km no terreno, 2 cm a 6 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 3,5 cm, a distância real entre elas será de 3,5 X 3, ou 10,5 km (dez quilômetros e meio). A escala gráfica apresenta a vantagem de estabelecer direta e visualmente a relação de proporção existente entre as distâncias do mapa e do território.

Escala numérica
A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: 300 000 (1 por 300 000). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é 300 000 vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa.

Na escala numérica as unidades, tanto do numerador como do denominador, são indicadas em cm. O numerador é sempre 1 e indica o valor de 1cm no mapa. O denominador é a unidade variável e indica o valor em cm correspondente no território. No caso da escala exemplificada (1: 300 000), 1cm no mapa representa 300 000 cm no terreno, ou 3 km. Trata-se portanto da representação numérica da mesma escala gráfica apresentada anteriormente.


reprodução


Caso o mapa seja confeccionado na escala 1 300, cada 1cm no mapa representa 300 cm ou 3 m. Para fazer estas transformações é necessário aplicar a escala métrica decimal:


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ou



reprodução


Aplicação da escala
A escala (E) de um mapa é a relação entre a distância no mapa (d) e a distância real (D). Isto é:


reprodução


As questões que envolvem o uso da escala estão geralmente relacionadas a três situações:

1. Calcular a distância real entre dois pontos, separados por 5 cm (d), num mapa de escala (E) 1: 300 000.


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2. Calcular a distância no mapa (d) de escala (E) 1: 300 000 entre dois pontos situados a 15 km de distância (D) um do outro.


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3. Calcular a escala (E), sabendo-se que a distância entre dois pontos no mapa (d) de 5 cm representa a distância real (D) de 15 km.


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Grande e pequena escala
Para a elaboração de mapas de superfícies muito extensas é necessário que sejam utilizadas escalas que reduzam muito os elementos representados. Esses mapas não apresentam detalhes e são elaborados em pequena escala. Portanto, quanto maior o denominador da escala, maior é a redução aplicada para a sua elaboração e menor será a escala.

As escalas grandes são aqueles que reduzem menos o espaço representado pelo mapa e, por essa razão, é possível um maior detalhamento dos elementos existentes. Por isso, são aquelas cujo denominador é menor. As escalas maiores normalmente são denominadas de plantas que podem ser utilizadas num projeto arquitetônico ou para representar uma cidade. De acordo com os exemplos já citados a escala 1: 300 é maior do que a escala 1: 300 000.

A escolha da escala é fundamental ao propósito do mapa e ao tipo de informação que se pretende destacar. Numa pequena escala o mais importante é representar as estruturas básicas dos elementos representados e não a exatidão de seu posicionamento ou os detalhes que apresentam. Aliás, o detalhamento neste tipo de mapa compromete a sua qualidade e dificulta a sua leitura. Numa grande escala, como plantas de uma casa ou de uma cidade, existe uma maior preocupação com os detalhes, mas assim mesmo as informações devem ser selecionadas para atender apenas o objetivo pelo qual foram elaboradas.


Escrito por mundogeografico às 22h54
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Fuso horário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Meridiano zero, marcado no Observatório de Greenwich, a leste de Londres, atras da porta envidraçada percebe-se a base do eixo (garfo) do telescópio de monitoramento da passagem meridiana.

As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo. O termo fuso refere-se a uma velha peça de relógio onde a corda enrolava-se.[1] Anteriormente, por volta de 1300 ou já antes, usavam-se o tempo solar aparente, passagem meridiana do sol, de forma que a hora do meio do dia se diferenciava de uma cidade para outra. Os fusos horários corrigiram em parte o problema ao colocar os relógios de cada região no mesmo tempo solar médio.



Escrito por mundogeografico às 22h52
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